terça-feira, 31 de maio de 2011

Jornal da Cultura enterra PresidentA Dilma

Em uma edição do Jornal da Cultura desta semana, Poli começa como quem não quer nada, a notícia era sobre a ida da PresidentA ao Uruguai, mas ela mostra a capa da Época com a PresidentA no caixão da Globo. Pede opinião para o historiador positivista Marco Antônio Villa que, tucanamente, diz que Dilma não aparecia na TV porque estava moribunda e magra (acho que ele levou a balança para a PresidentA pesar) - ele afirma isso com base nos mandatos de Rodrigues Alves/Epitácio Pessoa (1918) e do Tancredo Neves/José Sarney (1985) - a história agora é cíclica. Aí Poli pergunta a opinião do Airton Soares, ex-PT, ex-Governo Lula, ex-deputado federal, hoje no PV, e então O BARRACO PEGA FOGO NA TV CULTURA/PSDB-SP. O trem começa no 1min30seg, Airton chama jornalistas de CORVOS (eu chamaria esses jornalistas de médicos), e pergunta: "quem deve falar se a PresidentA está bem, esses jornalistas ou os médicos e ela mesma?" Aí Polizinha vai defender os jornalistas, "eles têm prontuários, tiveram acesso... (...) que coisa, você tá nervoso!..." Aí volta Villa para falar da História, ah!, a História, que na ditadura civil-militar um general ficou sumido (brincando de pique-esconde?) e, pra finalizar, Soares detona, chamando o Jornal da Cultura de revista Contigo!: "Um historiador e um advogado discutindo a saúde da Presidente..." Como disse Poli na edição, "ufa!"

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