domingo, 14 de agosto de 2011

Esperanças, utopias, ironias para o futuro da humanidade

No futuro a Coca-cola será usada somente para desentupir pias, e não mais para corroer-me o estômago.

No futuro as pilhas que usamos durarão cerca de cem anos, pois os fabricantes terão bom senso diante dos de hoje, que fazem estas programadas para durar cerca de 4 horas, para comprarmos sempre.

No futuro os carros não terão essa ‘lataria de plástico’, que se rasgam e matam-nos, mas algo que proteja e que dê segurança a quem dirige, e não só ao bolso de quem fabrica.

No futuro o meu celular vai funcionar. E a operadora não vai me cobrar a cada 30 dias, mas quando conseguir prestar 30 dias de serviço. As operadoras e os fabricantes de celulares não serão mais cúmplices de ladrões, pois não permitirão as reabilitações dos aparelhos.

No futuro os medicamentos terão mais efeitos benéficos que colaterais. Perceberemos que os efeitos que o álcool e alguns remédios produzem não diferem muito dos de algumas substâncias consideradas ilícitas. E a indústria farmacêutica vai voltar a produzir medicamentos para combater doenças existentes nos países pobres.

No futuro nós vamos perceber que a Globo e a Veja só querem que sejamos cada vez mais burros, e nada mais que isso. E que o Big Brother Brasil e o Domingão do Faustão são as coisas mais sem pé nem cabeça que poderia surgir na tv [não acredite nisso não, você não sabe o que ainda pode vir por aí...). No futuro a grande mídia não será tão mentirosa e maquiadora. E a televisão que tem garantia até a próxima copa não vai estragar depois da final.

No futuro aprenderemos a relativizar, e descobriremos que a palavra cultura não é sinônimo de conhecimento. E os religiosos, mesmo os que não possuem religiosidade, perceberão que o que salva não é um livro, dízimo ou crença, mas a pura e simples prática do bem.

No futuro os políticos lembrarão que foi o povo que os elegeram, e começarão a legislar para e por toda a nação, e não somente de acordo com os interesses próprios e de seus partidos.

No futuro a Amazônia poderá ser vista por todos – através de fotografias. E a Monsanto deterá o monopólio da semente da soja.

No futuro lembraremos que nas comunidades indígenas ninguém passava fome, não havia desigualdades sociais, e havia um grande respeito entre eles e com a natureza.

No futuro o governo dos EUA vai perceber que é necessário primeiro resolver o problema na própria casa, e não querer agir antes como polícia do mundo ou colonizadores da Lua ou de Marte.

No futuro, grosseria deixará de ser sinônimo de personalidade forte.

No futuro os deuses do futebol vão perceber que não é possível um futebol tão corrupto como o brasileiro ser tantas vezes campeão.

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