segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Formação: Jornalista. Empregador: Partido da Imprensa Golpista - PIG. Função: Fantoche.


Este texto parte direto para a conclusão: jornalista do PIG é mero fantoche. Alguém que põe a cara na TV ou o nome na coluna, mas que o conteúdo produzido é ideologicamente analisado por uma sombra, a exemplo de Kamel na Globo e Otavinho na Folha. Bonner "se acha" editor-chefe, mas a Globo resolveu "economizar" dispensando o editor antigo, mantendo o jornalista como âncora e acumulando função de "editor". A exemplo do PSDB, na Folha e na Veja o serviço é terceirizado, mantendo na linha de frente das editorias alguns seres humanos como Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e Eliane Cantanhêde, gentes finíssimas que amam Lula e o PT (pelo menos nunca deixam de falar deles). O que nos fez chegar a essa breve conclusão foram 3 fatos que marcaram este início de setembro:
1 - A ridícula postura de entrevistadora Patrícia (que calada é uma) Poeta com a PresidentA Dilma Rousseff, que foi ao ar dia 11 no Cansástico, em que a 'jornalista' fez perguntas mui interessantes, como "a senhora faz a própria maquiagem?!";
2 - A manifestação da ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, acerca de que jornalista não deveria ter Twitter pessoal, argumentando simploriamente que ao tuitar algo “ofensivo”, o jornalista corre o risco de, mais para frente, ter que entrevistar o ofendido. Ou seja, jornalista não é gente, não pode ter amigos e muito menos opinião. Decerto é impossível separar o profissional do pessoal e é proibido ter duas contas no Twitter ao mesmo tempo; e
3 - Na Semana da Independência Nacional, o maior destaque da mídia foi... os 10 anos do não-maior atentado terrorista da história, ocorrido nos Estados Unidos e muito mal explicado até hoje...

Pois bem ou pois mal, quando vir "aquele" microfone, site, jornal ou revista, saiba que um fantoche está ali produzindo o pensamento da preconceituosa elite brasileira, vangloriando-se de ter conseguido tal posição na carreira, chegando até a ser invejado por ex-colegas de faculdade, mas que humanamente fora destituído de livre expressão - que contradição, né, logo o que a imprensa mais almeja...

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